As novas tecnologias, "novas" mídias, as mídias sociais, são nada mais que mais um jeito de pessoas comunicarem-se umas com as outras, sejam elas físicas ou jurídicas. Mudou a escala da conversação one-on-one....que agora pode, paradoxalmente, ser feita em grande escala.
Por mais que existam as restrições do 25-35-35 caracteres dos anúncios do AdWords, ou os 140 do Twitter, ainda são as mesmas empresas por trás.
Você gostaria de ver a sua bisavó de minissaia?
Gostaria que o pediatra das suas crianças - ou, pior, o seu proctologista - começasse a se referir às partes do corpo com apelidos de gíria moderno?
E se o seu médico estivesse passando um SMS sobre o seu caso clínico, isso muda alguma coisa?
E se o seu ginecologista quiser conversar com sua filha adolescente sobre contracepção, você acharia cabível ele adotar, de um instante para outro, a mesma gíria dela?
"Quer saber sobre pílula? Nossa, mina, demorou..."
A mídia pela qual você se dirige ao seu público não deve mudar quem você (ou sua empresa) é.
É por isso que, quando alguém de uma agência digital vier lhe dizer como você tem que mudar sua linguagem p/ falar através do Twitter você tem que pensar duas vezes. Parte é verdade...parte é porque as pessoas que eles contrataram para trabalhar com mídias sociais nunca aprendeu a falar de outro jeito.
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